Reunião com a Delegação da Ordem dos Advogados de V. N. de Famalicão

Na passada quinta feira, o Bloco de Esquerda reuniu com a delegação de V. N. de Famalicão da Ordem dos Advogados, num encontro que serviu para analisar as recentes alterações do Mapa Judiciário naquilo que diz respeito a Vila Nova de Famalicão e, de uma forma geral, a situação da Justiça.

Foi manifestado pelos representantes da OA que a população de Vila Nova de Famalicão saiu a perder com a recentes alterações no Mapa Judiciário, principalmente pelo facto de o nosso tribunal ter pedido as Instâncias Centrais Criminais e Cível. Com especial significado pelo facto de processos cíveis de valor superior a 50 mil euros passarem a ser julgados no tribunal de Guimarães, com todos os custos em termos de tempo e despesas com deslocações daí resultantes para advogados e principalmente para as populações.

Para a delegação da OA, o tribunal de Famalicão tinha e continua a ter todas as condições físicas e materiais para continuar a ter estas duas instâncias centrais e ainda receber as novas valências. Conclui-se assim que estas alterações tiveram claramente motivações políticas, pois só assim se entende estas alterações.

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BE exige amplo debate sobre a nova linha de muito alta tensão.

O Bloco de Esquerda de Vila Nova de Famalicão convocou para uma conferência de imprensa a comunicação social famalicense, esta segunda-feira, para transmitir que é sua intenção exigir que a Câmara Municipal promova um amplo debate público sobre a construção dessa nova linha de muito alta tensão.

A referida linha tem ligação internacional que provém da Galiza e irá terminar numa subestação a construir na freguesia de Fradelos, estando previsto passar a mesma por Gondifelos. Também as freguesias famalicenses de Ribeirão e Vilarinho das Cambas estão abrangidas pela área de estudo deste projeto.

Tendo em conta que o prazo de consulta pública termina no próximo dia 27 do corrente mês de fevereiro, quinta-feira, sem que a Câmara Municipal tenha tomado qualquer posição ou sequer tivesse enviado o assunto à Assembleia Municipal para discussão, o BE entende ser de exigir que a

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